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Dados da EPL - 24/06/2017 às 11h18

Investimento público federal em transportes caiu 6,1% em seis anos

Antonio das Neves - Peritos Associados
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O investimento público federal em transportes caiu de R$ 19,7 bilhões em 2010 para R$ 18,5 bilhões em 2016, um recuo de 6,1% em seis anos. Quando levado em conta o investimento total, com público somado ao privado, o montante aplicado aumentou 26,5% entre 2010 e 2016.

O investimento privado feito em concessões foi o que mais cresceu no período, passando de R$ 4,2 bilhões em 2010 para R$ 9,8 bilhões no ano passado, ou seja, uma elevação de 133,3%.

As informações estão no Anuário Estatístico dos Transportes, documento da Empresa de Planejamento e Logística (EPL) e do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil com informações sobre os sistemas e a infraestrutura de transportes em geral no Brasil. O objetivo do anuário é ajudar na formulação de políticas públicas e na tomada de decisões sobre o setor.

O diretor-presidente da EPL, José Carlos Medaglia Filho, ressalta que a partir de 2010 a soma do investimento público e privado no setor de transportes parou de crescer e se estabilizou. A partir de 2015, houve redução. O principal fator para a queda, segundo ele, foi a redução do investimento público.

“A queda no investimento total no ano de 2015 só não foi maior porque houve aumento do investimento privado no mesmo período, ganhando relevância para a sustentação dos investimentos em infraestrutura de transportes”, analisou Medaglia.

Atração de investimentos

Em 2016, segundo diretor-presidente da EPL, o investimento público mostrou pequena recuperação – crescendo 0,61% na comparação com 2015 – e o privado, por sua vez, teve queda de 19,3%, em uma reversão de tendência em relação ao ano anterior. O motivo do recuo do investimento privado, de acordo com Medaglia, foi a incerteza quanto ao retorno financeiro dos investimentos somada à recessão.

“Os interesses do setor privado, aliados ao delicado momento porque passa a conjuntura econômica nacional foram, no ano de 2016, os grandes inibidores do investimento no setor”, afirmou. Segundo ele, o governo está trabalhando para o tornar o investimento mais atrativo para os empresários.

“Para 2017, o cenário se configura de forma mais otimista. O Poder Público está empenhado em dar mais celeridade aos projetos de infraestrutura. O Programa de Parcerias de Investimentos [PPI] traz profundas mudanças na política do governo para investimento, sinalizando um movimento [em direção] à privatização da infraestrutura logística do país”, afirmou.

Segundo Medaglia, em 2017 já foram licitados sete empreendimentos: quatro aeroportos (Fortaleza, Salvador, Porto Alegre e Florianópolis) e três terminais portuários (terminal de trigo no Rio de Janeiro e dois terminais de combustíveis em Santarém, no Pará).

Medaglia destacou também que o governo federal publicou neste mês a lei que trata das diretrizes gerais para prorrogação e relicitação dos contratos de parceria de rodovias, ferrovias e portos. A legislação é originária da Medida Provisória (MP) 752, editada em novembro de 2016.

Fonte: Agência Brasil

Menor inflação - 22/06/2017 às 15h11

Banco Central está otimista e projeta crescimento de 0,5% em 2017

Antonio das Neves - Peritos Associados
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O Banco Central está mais otimista com a inflação e com a economia em 2017. Em documento divulgado nesta quinta-feira (22/06), a instituição projetou crescimento de 0,5% para o ano e um Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) abaixo de 4%.

As projeções do BC constam no Relatório Trimestral de Inflação, documento que reúne todas as avaliações da instituição sobre a economia e como ela deve evoluir. Para o IPCA, as previsões vão até o segundo trimestre de 2019.

Entre o documento anterior e esse novo, o Banco Central melhorou sua perspectiva para o custo de vida no Brasil. Antes, ele projetava que o IPCA de 2017 ficaria em 4%; agora, essa taxa deve ser menor: 3,8%.

Para 2018, a instituição prevê inflação entre 3,9% e 4,5%. Essa diferença ocorre porque o BC desenha quatro cenários e, para cada um deles, usa elementos diferentes para calcular. No segundo trimestre de 2019, a expectativa é de que o IPCA em 12 meses fique entre 3,7% e 4,3%.

Crescimento econômico

O Banco Central também refez seus cálculos para o Produto Interno Bruto (PIB). No entanto, manteve inalterada a previsão de que o País vai crescer 0,5% neste ano. No relatório, a instituição explica que indicadores dos primeiros cinco meses do ano mostram resultados favoráveis.

Esse resultado positivo para o País é influenciado, segundo o BC, principalmente pelo agronegócio, que deve avançar 9,6% no ano. A indústria também deve colaborar, com uma expansão de 0,3%.

Fonte: Agência Brasil

Desconto de até 90% dos juros - 21/06/2017 às 08h21

Receita regulamenta programa de renegociação de dívidas com a União

A Receita Federal publicou nesta quarta-feira (21/06) no Diário Oficial da União a regulamentação do novo programa de renegociação de dívidas de pessoas físicas e empresas com a União. No fim de maio, o governo editou uma medida provisória para restituir o parcelamento porque programa perderia a validade.

O Programa Especial de Regularização Tributária (Pert) cria reduções que podem chegar a 90% nos juros e 50% nas multas para quem pagar o débito à vista, podendo abater da dívida os créditos fiscais, recursos que tem direito a receber da Receita Federal.

A medida provisória anterior, editada no início de janeiro e que tinha instituído o Programa de Regularização Tributária (PRT), não previa descontos para quem aderisse à renegociação.

Ontem (20), o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, disse que os contribuintes que aderiram ao PRT poderão migrar para o Pert. Em maio, o governo federal arrecadou R$ 1,272 bilhão com o PRT. Nos cinco meses do ano, o valor chegou a R$ 1,681 bilhão.

Na renegociação original, cuja adesão foi encerrada no fim de maio, o governo esperava arrecadar R$ 8 bilhões este ano. A instituição de um novo programa, com a ampliação da data de vencimento das dívidas que podem ser parceladas, ampliará a arrecadação, mas o Ministério da Fazenda ainda não divulgou os cálculos.

Pela nova medida provisória, para quem pagar parcelado o desconto será menor e cairá conforme o número de parcelas. A redução será de 80% nos juros e 40% nas multas para quem pagar em até 150 vezes (12 anos e meio) e de 50% dos juros e 25% das multas para quem parcelar em até 180 meses (15 anos). A renegociação vale para dívidas vencidas até 30 de abril deste ano.

A adesão ao Pert poderá ser feita por requerimento no site da Receita Federal (http://rfb.gov.br), a partir de 3 de julho até 31 de agosto de 2017.

Fonte: Agência Brasil

Confira quais baixaram - 20/06/2017 às 10h21

Preços das frutas caem nos principais mercados atacadistas do país

Antonio das Neves - Peritos Associados
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Os preços das frutas teve queda nos principais mercados atacadistas do país. Já entre as hortaliças, houve um aumento de preço principalmente da batata e da cebola. As informações são do boletim mensal, referente a maio, com os preços médios das principais frutas e hortaliças comercializadas nas Centrais de Abastecimento (Ceasas), divulgado nesta terça-feira (20/06) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Os preços de banana, laranja, maçã, mamão e melancia seguem apresentando queda no mês de maio. Segundo a Conab, a boa safra nos estados produtores já vinha possibilitando um aumento gradual da oferta nos últimos meses e a tendência deve ter continuidade no próximo trimestre.

A queda do preço do mamão, por sua vez, foi pressionada pela alta produção no Espírito Santo e no sul da Bahia. O recuo foi observado em todas as Ceasas analisadas, principalmente em Minas Gerais, que teve a maior baixa percentual, de 41,7%. "A grande oferta serviu para abastecer todo o mercado interno com preços menores e ainda direcionar parte da safra à exportação", diz o boletim da companhia.

No caso da laranja e da maçã, que já apresentavam um histórico de preços mais baixos, a intensificação da colheita proporcionou uma queda ainda maior, de 22% e 23%, nas Ceasas de Goiânia e Belo Horizonte, respectivamente. A melancia, que estava com preços altos nos boletins anteriores devido ao fim da safra em São Paulo, começou a baixar graças ao início da colheita no interior de Goiás.

A tendência de recuo seguiu também em frutas regionais, como atemoia, que teve queda de 19%, a tangerina, de 16%, goiaba e limão, ambas de 14%.

O boletim mostra que não houve aumento significativo de preços nas hortaliças em geral, exceto batata e cebola, que ficaram mais caras em alguns estados devido à entressafra. O tomate e o alface tiveram queda na maioria das Ceasas, enquanto o preço da cenoura diminuiu em todas as unidades analisadas no país.

Outras hortaliças também apresentaram recuo geral nos preços, como agrião, que teve uma redução de 20%, beterraba, de 19% e abobrinha, de 18%.

O levantamento é feito mensalmente pela Conab, por meio do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro, com base nas informações enviadas pelos principais mercados atacadistas do país. Em maio, a análise considerou entrepostos localizados nos estados de São Paulo, Minas Gerais, do Espírito Santo, Paraná, de Goiás, do Distrito Federal, de Pernambuco e do Ceará.

Fonte: Agência Brasil

Previsão para junho - 19/06/2017 às 11h09

Queda da inflação leva a aumento do poder de compra do brasileiro

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Antonio das Neves - Peritos Associados

Pela terceira semana consecutiva, o mercado financeiro melhorou as expectativas para a inflação em 2017. Esse otimismo ganhou mais força depois de o resultado da inflação de maio surpreender favoravelmente. Para junho, a previsão é de queda de preços, com deflação de 0,07%. Se esse número se confirmar, será o primeiro recuo em 11 anos.

Em junho de 2006, última vez em que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu, a taxa havia recuado 0,21%. Agora, depois de medidas para melhorar o custo de vida e reorganizar a economia, esse cenário de preços em queda pode se repetir.

As previsões são parte do Boletim Focus, uma publicação semanal que reúne as projeções de cerca de 100 analistas. O documento é preparado pelo Banco Central e divulgado toda segunda-feira.

IPCA 2017 e 2018

De acordo com a pesquisa, a expectativa do mercado financeiro para a inflação de 2017 recuou de 3,71% para 3,64%. Essa foi a terceira melhora consecutiva do indicador. Para 2018, a previsão também melhorou, passou de 4,37% para 4,33%.

Fonte: Portal Brasil

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