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Calendário festivo - 15/08/2017 às 10h28

Teatro do Boi comemora 30 anos com programação especial nesta terça

Nesta terça-feira (15/08) o Teatro do Boi comemora 30 anos de existência em uma noite de apresentações com dança, música e documentário. A programação é gratuita e tem inicio a partir das 19 h.

A abertura da comemoração fica por conta do corpo de baile do próprio teatro, em um espetáculo nomeado como "Renascimento do Boi".

A noite continua com a apresentação da Orquestra de Violões e os alunos do curso de violão e a apresentação do teaser do documentário criado especialmente para o Teatro. De acordo com Kleyton Marinho, gerente de Promoção Cultural da FCMC a exibição tem aproximadamente 10 minutos. "Hoje iremos exibir uma prévia do que será o documentário, que está sendo preparado com muito cuidado. Ele já vem sendo idealizado há anos e conta a história do teatro desde a época em que era matadouro, com participações de pesquisadores, artistas e mais", disse.

A comemoração faz parte do calendário festivo do aniversário da cidade, que este ano comemora 165 anos. O Teatro do Boi é mantido pela Prefeitura de Teresina por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves.

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Teatro e as mulheres
Desde dos anos 80, precisamente 15 de agosto de 1987 o matadouro público municipal de Teresina deu lugar a um espaço para ser cultivada a cultura popular, nomeado como CIARTE - Centro Integrado de Artes. No começo um grupo de mulheres, envolvendo diretoria, tesouraria e artistas se uniram a Sidh Ribeiro para a formação do Balé da Cidade, conhecido como a Menina dos Olhos de Teresina por muitos anos.

Bailarina e fundadora ainda como 1ª oficina de balé a professora Ivoneide Silva Ribeiro assumiu em 1990 a turma de bailarinos. No ano seguinte Sidh se uniu a ela e em 1992 foi criado o Balé Experimental do Teatro do Boi, para que em 1993, oficialmente fosse criado o Balé da Cidade de Teresina. Em uma direção compartilhada Sidh, afirma que durante anos esteve ao lado de grande mulheres e que elas tinham uma força gigantesca na hora de tomar decisões para melhorar a cultura da cidade. "Estive rodeado de grande mulheres em todo período que trabalhei com cultura. Naquela época, quatro grandes nomes fizeram a diferença na Fundação Cultural proporcionando a sociedade momentos únicos", disse.

Ainda segundo o artista, além de Ivoneide Silva, ganhadora de mais de 200 prêmios, estiveram a frente da cultura Vilma Teles, no setor financeiro, Amália Teles como superintendente da FCMC e Eugenia Ferraz, como presidente da FCMC.

O balé foi o carro chefe do CIARTE, diversas carreiras foram iniciadas e aprimoradas nos palcos do local cultural, possibilitando outras oficinas como de teatro, dança, música, memória de bumba-meu-boi, biblioteca comunitária, festivais de cultura popular e de teatro.

Entre os anos 2001 e 2004 foi projetado o programa Lagoas do Norte pelo atual prefeito Firmino Filho e incluído a reforma do teatro. Em 12 de junho de 2012, ganhou melhor estrutura e foi reaberto oficialmente ao público com o atual nome de Teatro do Boi. Atualmente, o local é dirigido pela produtora cultural Ana Teresa Lopes e se tornou referência em produção e disseminação de cultura popular na cidade.

O teatro oferece diversas oficinas como: teatro, danças, artes plásticas, música, corte e costura, capoeira, além de exposições, festivais e eventos variados possibilitando vida cultural não só a região norte da cidade como a cultura do município.

Fonte: Prefeitura de Teresina

Cadeira 37 da Academia - 13/08/2017 às 20h18

Historiador Arno Wehling toma posse na Academia Brasileira de Letras

Casa do cartucho

O historiador e professor Arno Wehling tomou posse na Cadeira 37 da Academia Brasileira de Letras (ABL). Presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), o acadêmico havia sido eleito em 9 de março para o lugar do poeta Ferreira Gullar, falecido em dezembro do ano passado.

Além de Gullar, já ocuparam a Cadeira 37 os imortais Silva Ramos, Alcântara Machado, o ex-presidente da República Getúlio Vargas, Assis Chateaubriand, João Cabral de Melo Neto e Ivan Junqueira.

“Em todos os ocupantes da cadeira, uma unanimidade, a defesa da língua portuguesa como falada no Brasil, com suas características e particularidades. E um traço comum, a esperança dirigida a objetos diversos, conforme os valores e as intenções de cada um, mas sempre esperança”, disse Wehling em seu discurso.

Fonte: Agência Brasil

Acervo de 8,5 mil obras - 13/08/2017 às 20h17

Museu Casa do Pontal finaliza construção de nova sede para preservação do acervo

Casa do cartucho

Com um acervo de 8,5 mil obras e tombado como patrimônio cultural brasileiro desde 1991, o Museu Casa do Pontal está com sua nova sede em fase de final de construção, na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade. Considerado o maior museu de arte popular do país, a perspectiva é que até o final deste ano a nova sede esteja concluída e seja inaugurada no primeiro semestre de 2018.

Instalado há mais de 40 anos no Recreio dos Bandeirantes, também na zona oeste, o museu teve que mudar de casa após sofrer os efeitos das alterações urbanas do entorno. O nível das ruas foi elevado em 1,5 metro acima do terreno do equipamento e, com isso, a sede da Casa do Pontal ficou sujeita a inundações, colocando o acervo tombado em risco.

O Museu Casa do Pontal tem em média 22 mil visitantes por ano. Enquanto a mudança não é efetuada, o museu continua funcionando no Recreio dos Bandeirantes, de terça-feira a domingo, com todas as atividades normais, que incluem exposições temporárias, shows musicais, seminários, oficinas culturais e visitas educativas.

Transferência

Segundo a diretora e curadora do Museu Casa do Pontal, a antropóloga Angela Mascelani, o acervo começou a ser reunido na década de 1940 e está em excelente estado de conservação. Apesar disso, como as peças são feitas de matérias-primas mais frágeis, uma transferência de lugar exige “grande esforço institucional”, acentuou.

Angela Mascelani comemorou o fato de a nova sede ficar em local de mais fácil acesso pelo público, próxima a uma estação de BRT. Será disponibilizada uma van gratuita que levará os visitantes da estação até o museu. “Haverá acessibilidade maior, mais proximidade. Isso é muito importante. O público vai poder chegar muito mais facilmente ao museu, saindo de qualquer lugar do Rio de Janeiro”.

Associação dos Amigos da Arte Popular Brasileira, que administra o museu, vai receber apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio de recursos não reembolsáveis no valor de R$ 4,6 milhões, para aplicação na implementação da museologia da nova sede. Os recursos correspondem a 94% do investimento total e serão investidos também na estruturação de um fundo patrimonial permanente, também chamado de fundo de endowment.

“Recebemos essa notícia [do apoio] com muita alegria e também porque a gente entende que a arte popular é um importante patrimônio brasileiro que registra no barro, na madeira, a história social dos homens e das mulheres do nosso país”, diz Ângela.

Segundo Ângela, o modelo de fundo patrimonial permanente garantirá mais sustentabilidade financeira à instituição. “O fundo garantirá que o museu tenha sustentabilidade financeira para a conservação do acervo e manutenção do espaço. Importantes artistas populares do país, como o pernambucano Mestre Vitalino, os cearenses Celestino e Manuel Graciano, o goiano Lunildes e o paranaense Laurentino têm obras no Museu Casa do Pontal”, conta.

Fonte: Agência Brasil

Para pagar os contemplados - 13/08/2017 às 20h16

Cultura libera R$ 4 milhões para contemplados em editais da Funarte de 2016

O Ministério da Cultura vai liberar R$ 4 milhões para pagar os contemplados em editais da Fundação Nacional de Artes (Funarte) do ano passado nos setores de música, artes visuais e doação de kits de iluminação cênica. O anúncio foi feito hoje (11) no Rio de Janeiro, pelo ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, que concedeu entrevista coletiva junto com o presidente da Funarte, Stepan Nercessian.

De acordo com o ministro, a pasta sofreu contingenciamento de 43% do orçamento em março e ficou sem caixa para pagar os vencedores de 2016. Ele explicou que tem buscado liberaração de verbas para “honrar os compromissos assumidos”, mesmo que por outra gestão, antes de lançar novos editais de incentivo e fomento, e tem “buscado com lupa nas planilhas de orçamentos” para encontrar valores escondidos ou esquecidos. “Estamos catando moedas”, disse Leitão.

O ministro citou a identificação de R$ 100 milhões em fundos da Agência Nacional do Cinema (Ancine), que foram anunciados em Fortaleza na semana passada para projetos audiovisuais para televisão. Com a Funarte, foram definidas as ações e investimentos para este ano e de 2018.

Serão pagos R$ 972,5 mil referentes ao Prêmio de Composição Clássica, com 46 contemplados em cinco categorias; R$ 2,114 milhões para o Prêmio Conexão Circulação Artes Visuais, com dez exposições de pequeno porte; e um total de R$ 1,1 milhão na compra de equipamentos de iluminação cênica para doação a 38 salas de teatro e 11 cinemas.

A Funarte vai publicar ainda este mês os editais para a ocupação, no segundo semestre, de 21 dos 27 espaços da Fundação no Rio de Janeiro, em São Paulo, Belo Horizonte e Brasília, nas áreas de música, circo, teatro e dança. Até outubro, será lançado o edital para a ocupação em 2018, que incluirão também espetáculos, oficinas e debates.

“Em todas as conversas com as associações do setor cultural e entidades representativas, tem sido colocado que há artistas que não encontram palcos. Os espetáculos estão disponíveis, muitas vezes até com patrocínio, mas não encontram teatros e salas de espetáculo para que sejam apresentados e disponibilizados ao público. Acho que essa é uma das vocações dos nossos espaços e vamos lançar esses processos públicos de seleção, com critérios para que se tenha a maior diversidade possível nas áreas de expressão e dos artistas, para que a gente dê um alcance nacional para esse edital de ocupação.”

Nercessian explica que a novidade é que a Funarte vai ceder o espaço gratuitamente, sem cobrar os 10% da bilheteria. “Nós vamos fazer as coisas com o pé no chão para fazer concretamente. Em 2018 vamos abrir mão dessa ocupação até dos 10% de bilheteria que hoje a Funarte tem. Quem ocupar vai ter o subsídio da gente bancar o espaço e a renda é toda da produção, do artista. Vamos quebrar também a limitação do preço do ingresso, que era um impedimento muito grande para produções mais caras.”

Escola Nacional de Circo

O ministro também anunciou o início das aulas para a segunda turma da Escola Nacional de Circo, com 60 alunos selecionados entre os 280 inscritos no edital. Além das aulas técnicas em tempo integral, os alunos recebem uma bolsa que soma R$ 55 mil no período de 22 meses de duração do curso profissionalizante. Segundo o presidente da Funarte, a turma que se formou neste ano teve, pela primeira vez, o diploma reconhecido pelo Ministério da Cultura.

Outra medida anunciada é a reforma para a reativação das salas Cássia Eller, dedicada à música, e Klauss Vianna, para dança, ambas no complexo Funarte de Brasília, que receberão aporte de R$ 1,4 milhão para estarem disponíveis para o edital de ocupação de 2018.

A Funarte também vai lançar, no dia 5 de setembro, uma publicação com as obras completas do autor de teatro Plínio Marcos, e um edital para a digitalização do acervo de obras de formação artística da fundação. Segundo o ministro, já existem 200 disponíveis no portal publicadas a partir de 2010, e o edital vai contemplar 400 publicações lançadas entre 1990 e 2010.

A última ação anunciada pelo ministro é o projeto Dança às 12h30, que começa no dia 16 de agosto no teatro Cacilda Becker, no Rio de Janeiro, dirigido por Ana Botafogo e Cecília Kerche. “As apresentações serão gratuitas, às quartas, quintas e sextas-feiras, com trechos de balés e óperas consagrados. As peças serão apresentadas de forma didática, com um viés de formação de público, e depois são encenados trechos. É um modelo que vamos testar para ser replicado pelo país.”

Canecão

Perguntado sobre a situação da tradicional casa de shows carioca Canecão, fechada desde 2010, Leitão explicou que o local pertence à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e que o ministério já foi procurado por cinco grupos privados que teriam interesse na concessão do local.

“É algo prioritário, então estou incitando esforços que reúne uma série de agentes para ter a recuperação do Canecão. O prefeito Marcelo Crivella já disse que está disposto a participar, o ministro [da Educação] Mendonça Filho também. Tenho uma reunião na semana que vem com o reitor da UFRJ [Roberto Leher]. Fomos procurado por cinco grupos privados que manifestaram interesse, caso o caminho de comum acordo seja a concessão para um grupo privado. Eles disseram que o investimento necessário pode ser integralmente bancado pela iniciativa privada. Então estamos com o caminho aberto para que isso aconteça. O papel do Ministério da Cultura nisso é articular todos estes agentes," explicou.

Escolas de samba do Rio

Sobre o desfile das escolas de samba do Rio, que teve o orçamento da prefeitura reduzido pela metade, o ministro informou que os R$ 13 milhões necessários para a realização do evento podem ser captados por meio de patrocínio de empresas estatais, da Lei Rouanet ou da lei estadual do ICMS, pois ambas ainda têm teto disponível. “Portanto, não se trata de tirar dinheiro de um lugar para colocar nas escolas de samba, é um dinheiro das ações de marketing das empresas.”

Bibliotecas Parque

Leitão informou também que está tratando com o secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, André Lazaroni, uma forma de vibilizar as Bibliotecas Parque, que tiveram o contrato de gestão suspenso em dezembro. “Já conversei com o André Lazaroni, que está empreendendo um processo de revisão dos contratos da biblioteca e vai me apresentar os resultados na segunda-feira (14), para construirmos uma solução conjunta dentro de uma racionalidade administrativa. Elas tinha um custo muito alto, se comparado com outras instituições semelhantes.”

Fonte: Agência Brasil

Saraus, mostras e exposições - 13/08/2017 às 20h14

Flipelô e Campus Party terminam com grande sucesso em Salvador

Com saraus, mostras e exposições, a Flipelô teve cinco dias de evento em homenagem ao escritor baiano Jorge Amado, que faria 105 anos na última quinta-feira (10). Entre os casarões coloniais do Centro Histórico de Salvador, no Largo do Pelourinho, em frente à sede da Fundação Casa de Jorge Amado, um colorido letreiro com o nome #FLIPELÔ foi cenário de fotos de turistas e participantes da Festa Literária.

A Flipelô teve a participação de mais de 200 convidados em 60 atividades - incluindo mesas de debates, saraus, contação de estórias, exposições e espetáculos de dança e música – o público particpante disse esperar pela próxima edição da festa, com outros homenageados e a presença cada vez maior de escritores e artistas de diversas áreas.

Para a professora de Língua Portuguesa, Carolina Almeida, destacou a festa literária, a leitura e a integração das vertentes culturais como elementos fundamentais para a construção do conhecimento e a inserção social. “Com esse evento, constrói-se a cultura do livro, que a gente não tinha, achei essa ideia bem legal para Salvador. As obras de Jorge Amado são tão importantes que, naturalmente, serão levadas para a eternidade”, comentou.

Durante estes cinco dias, passaram pela Flipelô importantes nomes da literatura, como Pasquale Cipro Neto, Talita Rebouças, Antônio Torres e Alexandra Lucas Coelho; a biógrafa de Jorge Amado, Josélia Aguiar; e a escritora mineira Conceição Evaristo, que participou de uma mesa sobre a resistência das mulheres negras, sobretudo na literatura.

Conceição Evaristo foi o destaque da Flipelô, na opinião da estudante de Letras Joelma Conceição, por abordar a invisibilidade da mulher negra na sociedade. “Ela é um exemplo para mim, me sinto identificada com ela, porque venho do trabalho doméstico, assim como ela, e não me sentia inserida na sociedade, não me enxergava representada. Hoje, essa voz negra que dá voz a outras mulheres negras é uma coisa incrível, na qual me espelho muito”, comentou a universitária, de 39 anos.

A programação da Flipelô prosseguiu até o fim da tarde deste domingo, com saraus, mostras audiovisuais, lançamentos de livros e contação de histórias. Tudo o que aconteceu no evento pode ser consultados no site www.flipelo.com.br.

Campus Party Bahia

Também neste domingo, em Salvador, jovens e estudantes se despediram do mundo da tecnologia e inovação da Campus Party, uma feira mundial que aconteceu pela primeira vez na Bahia e inovou ao ser realizado em um estádio de futebol, a Arena Fonte Nova.

Num dos portões de acesso ao estádio, ônibus se enfileiravam para que os participantes – chamados campuseiros – retornassem para suas cidades de origem, em caravanas. Entre eles, estava a estudante de Sistemas de Informação, Vitória Trindade, de 19 anos. Ela conta que, na volta, a bagagem é maior, devido à carga de conhecimento adquirido durante os cinco dias de evento.

“Adorei tudo, a robótica, as competições, as ideias apresentadas que foram muito boas e sustentáveis. Muito bom saber que estamos nas mãos de jovens tão promissores e criativos, quero muito ser como um deles”, disse a estudante, da cidade de Jequié, a 350 quilômetros de Salvador.

A Campus Party Bahia terminou, oficialmente, na noite de ontem (12), com a premiação de vencedores de competições, palestras de encerramento, apresentação dos organizadores e voluntários e apresentação de orquestra. Ao todo, 4 mil jovens se inscreveram para acampar nas conhecidas barracas de camping da Campus Party. Além disso, cerca de 40 mil pessoas circularam na área aberta ao público, onde houve exposições de inovações tecnológicas, incluindo robôs e simuladores de voo.

Fonte: Agência Brasil

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